Self Automate roda no seu servidor. Uma fila, os executores que você quiser, o cofre de credenciais dentro de casa — sem licença por robô, sem caixa-preta.
Cada peça de uma plataforma de RPA fechada tem um equivalente aberto. O operador não vê diferença; o financeiro vê.
Agendamento, disparo, histórico e papéis de acesso — numa fila em Postgres que você hospeda e audita.
Robôs rodam em contêiner ou numa máquina com tela. Adicionar executor não custa licença — custa uma máquina.
Segredo guardado no seu servidor, e um segredo pode ser partido entre duas equipes — nenhuma vê a metade da outra.
Lê nota, ficha e formulário com um modelo que roda na sua máquina. Sem chave de API, sem enviar documento para fora.
O robô agendado entra numa fila. Quem executa — um contêiner ou uma máquina com tela — retira dela e grava no mesmo histórico. É a separação de orquestrar e executar, sem cobrar por execução.
O mesmo botão Executar, a mesma tela de Atividade — rode o robô no contêiner ou na máquina de tela.
A plataforma nasceu migrando um parque de RPA de verdade, e cada número abaixo saiu de medição direta, não de estimativa.
Leitura de documento real com IA de visão local — todos os campos, sem chave de API nem serviço pago.
Localização por imagem em milissegundos, onde o modelo levaria minutos. Cada tarefa usa a ferramenta certa.
Nove automações que faziam a mesma entrada viraram um robô só — menos código, menos manutenção, menos falha.
Sem formulário, sem funil. Uma conversa direta sobre o seu parque de automação e o que dá para tirar da licença.
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